Uso: A cor azul não é uma cor litúrgica própria do Rito Romano. Contudo, em 1864 o Papa Pio IX concedeu à Espanha o privilégio de usar paramentos azuis na Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Maria, devido à contribuição desse país na definição do dogma. Este privilégio é aplicável não só à Espanha, mas também a todos os países que foram colônias espanholas. Posteriormente, tal privilégio foi concedido também à Áustria, aos carmelitas e a alguns santuários marianos, sendo também estendido para todas as festas marianas. Cumpre notar que o Brasil não possui este privilégio. Para adquiri-lo, é necessário que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) faça um pedido formal à Santa Sé e receba resposta favorável. Nem a CNBB, nem um bispo e muito menos um sacerdote têm autoridade para alterar as cores litúrgicas. Em suma, a menos que a Santa Sé autorize, usar paramentos azuis no Brasil constitui abuso litúrgico. Não obstante, nada impede que nas festas marianas se use um paramento branco com detalhes azuis, desde que o branco predomine. Seguem algumas fotos do uso da cor azul (onde é permitida) e do uso de pa ramentos brancos com detalhes azuis:
Dom Rifan com casula branca com galão azul
DE UMA ENTREVISTA AO CERIMONIÁRIO DO PAPA:
Mons. Marini explicou que, não existindo documentos recentes sobre o privilégio do azul às situações e locais conhecidos (Espanha, Portugal, Instituto Cristo Rei, entre outros),deve ser observado o direito consuetudinário, ou seja, a continuidade da lei segundo os usos e costumes pautados na legislação mais recente. Em poucas palavras: o azul continua configurando-se um privilégio papal. Notemos que nem mesmo no Vaticano ele é usado. Sob a guia de Mons. Guido Marini, o azul já esteve no galão da casula gótica que Bento XVI usouna Solenidade de Maria, Mãe de Deus em 1º de janeiro de 2010. Contudo, em 08 de setembro de 2007,Bento XVI usou uma casula com cor (entre outras cores) azul no Santuário mariano de Mariazell, mas não sabemos se (unicamente) a cor azul é um privilégio ao Santuário, por ser dedicado à Virgem Maria.
Por fim, é nisto que ainda mais acreditamos neste Direto da Sacristia: o azul nos paramentos litúrgicos ainda é um privilégio papal. Com a confirmação dada por Mons. Guido Marini, o contrário só será considerado mediante uma alteração pelo Papa nas rubricas litúrgicas.
Eis uma dúvida que surge a muitos. Vamos esclarecê-la a partir do pedido que nos fez por e-mail em março passado o nosso leitor Luiz Rocha, de Campo Grande (MS).De fato, não poucas vezes vemos em missas o convite ou feito pelo Celebrante ou pelo grupo de cantores para todos, ou se darem as mãos uns dos outros ou, “somente”, abrir os braços para juntos rezarem oPater noster. Infelizmente, em muitas paróquiasnão é aplicada rigorosamente a rubrica do Missal sobre o gesto que acompanha a recitação da Oração dominical e quem o executa. E, diante de tal costume tão solidificado, é talvez um pouco difícil mudá-lo de uma hora para outra; mas nada mais eficaz do que uma clara catequese que certamente será compreendida por quem quer se corrigir – aquém de seus próprios gostos, e obedecida por todos quantos são obedientes.
É de se reconhecer queé pouco clara e passível de ambiguidade a rubrica do livro típicopara a pesquisa sobre esta dúvida. Contudo, à luz de rubricas sobre o mesmo assunto presentes outros livros litúrgicos e na leitura de esclarecimentos de manuais oficiais de Liturgia, a até então obscura rubrica do Rito da Comunhão no Missal Romano é capaz de por, uma vez por todas, termo à pergunta:
É permitidoaos fiéisabrir os braços enquanto rezam o Pai nosso durante a Missa?
Sim, estamos falando em permissão. Ainda nos perguntamos se não seria mais viável usar “certo” ao invés de “permitido”. Mas, como sabemos que as rubricas são leis promulgadas pela autoridade pontifícia, à qual está sujeita tanto a hierarquia eclesiástica como os fiéis leigos, falamos em “permissão”; pois, mesmo que todos sejam livres para rezarem segundo as suas disposições e sua sensibilidade, durante as celebrações litúrgicas, as leis ordenam a forma e o comportamento a serem observados por quem preside e por quem assiste (e para desfazer qualquer crítica dos ferrenhos defensores do termo “participar liturgicamente”, citamos as 2ª e 3ª definições do verbo assistir do Priberam: “estar presente para auxiliar ou acompanhar; cooperar, auxiliar”. Bom, quem coopera em algo, não permanece inerte. Certo?). Mas, como o termo “participar” está presente por 3 vezes na Constituição ConciliarSacrosanctum Concilium, não omitiremos o seu real significado que não exclui o termo “assistir”.
Dom Antônio Carlos Rossi Keller, Bispo de Frederico Westphalen, abre os braços durante a celebração da Missa em sua Catedral. Gesto puramente sacerdotal e do ministro ordenado que celebra
1º MOTIVO: Reza a 2ª rubrica do Rito da Comunhão, logo após a monição aoPater noster:
“Extendit manus et, una cum populo, pergit:“
Esta rubrica é uma continuação da anterior (onde pede que o sacerdote una as mãos para a monição), sobre o convite à oração; portanto, o “extendit” (estende/abre os braços) refere-se ao sacerdote. O “una cum populo, pergit” (com o povo, continua) não indica que o povo prossiga com o mesmo gesto (braços abertos) do sacerdote, mas queo sacerdote continue com o povo a oração à qual ele convidou com a monição anterior.
A rubrica sobre o mesmo gesto ao recitar oPater noster é mais clara no Rito da Comunhão da Celebração da Paixão do Senhor:
“Sacerdos, extensis manibus, et omnes praesentes prosequuntur:“
O “extensis manibus” é entre vírgulas parareferir-se apenas ao termo precedente “sacerdos“, enquanto que a oração é dita por todos.
Neste vídeo Vemos o Pai Nosso ser rezado e o povo permanece em posição normal, enquanto o celebrante ergue os braços: (MISSA CELEBRADA PELO CARDEAL DOM EUGENIO SALES, E CONCELEBRADA PELO FUTURO PAPA BENTO XVI)
2º MOTIVO:Há gestos que são exclusiva e ordinariamente sacerdotais e outros , mais estritamente, de quem celebra. O abrir os braços, ou unir as mãos, fazer em si o sinal-da-cruz às palavras “sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu” do Cânon Romano etc. são próprios do ministro ordenado que preside ou que concelebra. Portanto,se um bispo ou um sacerdote estiver presente numa Missa, mas não presidir ou concelebrar, não abrirá os braços para recitar oPater noster, nem executará os outros tantos gestos que os ministros que concelebram estiverem fazendo.
O abrir os braços não é um gesto inclusivo de todos que recitam a Oração dominical. O que inclui a todos é justamente todos recitarem as mesmas palavras da oração.O(s) sacerdote(s) que celebram estão como únicos mediadores entre a assembleia e Deus e, portanto, abrem os braços, como Moisés o fez quando intercedeu pelo povo e este ganhava a batalha de Refidim.
Nunca vimos alguém abrir os braços junto com o sacerdote quando este abre os seus à oração da Coleta! Ora, esta oração reúne todas as intenções que os fiéis têm consigo para a Santa Missa; todavia, ninguém nunca se sentiu excluído ou desprestigiado por não abrir seus braços como o faz o sacerdote (e somente este, e não também os concelebrantes, quando há).
É igualmentereprovável estender as mãos durante a doxologia que encerra a oração eucarística. Tal gesto pretende oferecer, junto com o sacerdote, o Senhor sacramentalmente presente nas Sagradas Espécies; isso só é feito pelo sacerdote, auxiliado por um diácono, quando houver, ou, em sua ausência, por um concelebrante, quando houver; senão, só o sacerdote executa o gesto de oferecer a Deus Pai a Vítima incruelmente imolada sobre o altar.
Portanto, dadas as circunstâncias de abrir os braços nas celebrações litúrgicas um gesto exclusivamente competente ao ministro ordenado que preside (e que concelebra),não convém que os fiéis acompanhem o mesmo gesto, mas que participem vocalmente da recitação da Oração do Senhor. Senão, fiéis e ordenados com os braços abertos ao mesmo tempo, dará impressão que todos são iguais hierarquicamente; o que é uma grande mentira.
Obs.: Também criou-se um costume “contrário”: obedecendo “demais” à regra de não pronunciar o “Amém” ao fim do “Pai nosso” na Missa e em outros ofícios litúrgicos, em função do embolismo que vem adiante “Livrai-nos de todo mal, ó Pai”, é difícil o ouvirmos em outras ocasiões, quando em sua recitação no Santo Rosário. Mas, sabemos que só não diremos “Amém” nas celebrações litúrgicas. Fora delas, o diremos.
Nesse vídeo da Missa na Solenidade de São Pedro e São Paulo em 1982, vemos que até mesmo Mons. John Magee, então mestre-de-cerimônias pontifício, não abre os braços para rezar, pois não está concelebrando a Missa:
A prática mais antiga de distribuir a Sagrada Comunhão foi , com toda a probabilidade , para dar a comunhão aos fiéis na palma da mão. A história da liturgia , no entanto , deixa claro que um pouco cedo sobre um processo ocorreu para mudar essa prática.
Desde o tempo dos Padres da Igreja , uma tendência nasceu e consolidou através do qual a distribuição da Sagrada Comunhão na mão tornou-se cada vez mais restrita em favor de distribuir a Sagrada Comunhão na língua. A motivação para esta prática é dupla: a) em primeiro lugar, a fim de evitar , tanto quanto possível , o lançamento de partículas eucarísticas ; b) segundo, a aumentar entre a devoção fiel a presença real de Cristo no sacramento da Eucaristia .
São Tomás de Aquino também se refere à prática de receber a Sagrada Comunhão apenas na língua. Ele afirma que tocar o corpo do Senhor é adequada apenas para o sacerdote ordenado .
Portanto, por vários motivos , entre os quais o Doutor Angélico cita o respeito pelo sacramento , ele escreve: " . . . fora de reverência para com este Sacramento , nada toca, mas o que é consagrado , daí o corporal eo cálice são consagrados , e da mesma forma as mãos do sacerdote , para tocar este Sacramento . Por isso, não é lícito a ninguém para tocá-lo , exceto por necessidade , por exemplo, se fosse para cair no chão , ou então em algum outro caso de urgência " ( Summa Theologiae , III , 82, 3).
Ao longo dos séculos, a Igreja sempre caracterizou o momento da Sagrada Comunhão com sacralidade e o maior respeito , obrigando-se constantemente para desenvolver o melhor de sua capacidade sinais externos que promovam a compreensão desse grande mistério sacramental . Em seu amor e solicitude pastoral da Igreja tem a certeza que os fiéis receber a Sagrada Comunhão com as disposições interiores corretas , entre as quais destaca-se disposições a necessidade de os fiéis a compreender e considerar interiormente a Presença Real de Aquele que eles estão a receber . (Veja o Catecismo do Papa Pio X , n. 628 e 636) . A Igreja ocidental estabeleceu ajoelhado como um dos sinais de devoção apropriado comungantes . Um ditado célebre de Santo Agostinho , citado pelo Papa Bento XVI no n . 66 de sua Encíclica Sacramentum Caritatis , ( "Sacramento de Amor " ) , ensina: "Ninguém come desta Carne sem primeiro adorá -lo , devemos pecar se não a adorá-lo " ( Enarrationes in Psalmos 98, 9). Ajuelhando indica e promove a adoração necessário antes de receber o Cristo Eucarístico .
A partir desta perspectiva , o então cardeal Ratzinger assegurou que : "A comunhão só atinge a sua verdadeira profundidade quando é apoiada e rodeado de adoração " [ O Espírito da Liturgia ( Ignatius Press , 2000) , p. 90 ] . Por esta razão , o cardeal Ratzinger afirmou que "a prática de se ajoelhar para a Santa Comunhão tem em seu favor uma tradição secular , e é um sinal particularmente expressivo de adoração, completamente apropriado , à luz da verdadeira presença real e substancial de Nosso Senhor Jesus Cristo sob as espécies consagradas " [citado na Carta" Esta Congregação " da Congregação para o Culto Divino ea Disciplina dos Sacramentos , 1 de 1 de julho de 2002 ] .
João Paulo II, em sua última Encíclica Ecclesia de Eucharistia ( "A Igreja vem da Eucaristia " ) , escreveu no n . 61: " Ao dar a Eucaristia o destaque que merece, e por ser cuidadosos para não diminuir qualquer de suas dimensões ou exigências , vamos mostrar que somos verdadeiramente conscientes da grandeza deste dom . Somos instados a fazê-lo por uma tradição ininterrupta , que desde os primeiros séculos em que mostra a comunidade cristã vigilante na defesa deste "tesouro ". Inspirado pelo amor , a Igreja preocupa-se para as futuras gerações de cristãos , sem perda , sua fé e ensino no que diz respeito ao mistério da Eucaristia. Não pode haver nenhum perigo de exagerar no cuidado para este mistério , pois ' neste sacramento , se condensa todo o mistério da nossa salvação . "
Em continuidade com o ensinamento de seu antecessor , começando com a Solenidade de Corpus Christi no ano de 2008 , o Santo Padre , Bento XVI, começou a distribuir aos fiéis o Corpo do Senhor , colocando-o diretamente sobre a língua dos fiéis que eles permaneçam de joelhos . (tirado do texto em inglês 'Comunhão recebida na língua e de joelhos' do INSTITUTO de celebrações litúrgicas do Sumo Pontífice)
Vamos refletir um pouco... Você sabia que a santa missa e o calvário estão interligados? Sabia que o momento da missa e o momento da santa morte de Cristo na cruz estão ligados por suas palavras eternas da ultima ceia (este é o meu corpo que será entregue por vós!)? Deus é senhor do Tempo então para ele o tempo não passa !
Em algum momento do calvário se viu alguém batendo palmas, além daqueles que comemoravam o sofrimento de Cristo? A estes sim cabiam as palmas, mas aqueles que estavam seguindo o Senhor pelo seu caminho doloroso estavam a piedade e a compaixão a nosso senhor que caminhava seus passos a morte de cruz! Algumas horas antes de sua morte, na ultima ceia reinava o ar de piedade ou de palmas pulando e balançando as mãos pro alto como se fosse show da Xuxa? O momento da ceia e da cruz são os mesmos Jesus diz este é o sangue que será derramado, devemos assistir a missa com piedade de coração e não com coisas que tiram agente de cristo crucificado! Oração é introspecção ninguém contempla pulando ou se agitando mas visitando a Deus no interior do seu coração e da sua alma. Louvar a Deus não significa fazer bagunça e sim com gestos palavras e ações bendizer seu santo nome, os verdadeiros adoradores adoram EM ESPIRITO E EM VERDADE! E não fazendo bagunça! Missa é memorial da paixão e morte do Senhor! As palmas o que são de palmas, à missa o que é da Missa! que cada um se coloque e sua consciência, e procure na santa missa comunicar se com o Pai, deixar que ele fale ao seu coração, e que vossa vós chegue ao CORAÇÃO DO PAI, e não se dispersar disto, quem canta bate palmas, pula etc, faz feliz a sí próprio, não deu nenhum louvor e oblassão ao Senhor, e volta interiormente sem nenhuma edificação, assim como não edificou a Igreja, pois fez alegre a ele mesmo, e não o que é do alto!
, DEVEMOS orar por eles, para que eles sejam bons sacerdotes e encontrem sempre a luz nova de Cristo em suas vidas cada dia para levar, mas estamos vivendo um momento muito critico, e que o Santo Padre vem tentando concertar, que é a soberba no clero, o vicio pelo pelo dinheiro e o esquecimento do rebanho, neste dia só se faz menções boas a esta data pois claro, é o presente de amor do coração de Deus para sua Igreja, mas o Diabo odeia a Igreja, e odeia os padres e tentam perverte los, e oremus para que não se esqueça do real compromisso sacerdotal com o povo de Deus, nós a santa Igreja. E deixo hoje não somente os parabéns para todo o Clero, padre e Bispos, mas uma mensagem do santo padre para que não se esqueçam da sua verdadeira missão, que não é de SER SERVIDO, MAS DE SERVIR COM A VIDA E COM O SANGUE SE PRECISO FOR, ASSIM COMO O SANGUE DERRAMADO NO CÁLICE QUE ELE NA MISSA ERGUE AOS OLHOS DE SUAS OVELHAS!
COMO SERÁ A SANTA MISSA DE INÍCIO DO MINISTÉRIO PETRINO DO HUMILDE PAPA FRANCISCO.
O anel de pescador, que será entregue ao Papa, NÃO É DE OURO, É DE PRATA DOURADA.
O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, concedeu uma coletiva de imprensa, nesta segunda-feira, 18, no Vaticano. Ele deu detalhes sobre a Missa de início do Ministério Petrino de Papa Francisco, que será celebrada amanhã, 19, às 9h30 (em Roma, 5h30 em Brasília, com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova).
Nesta celebração, o Santo Padre recebe o anel de pescador e inicia, oficialmente, o ofício de Bispo de Roma. “A cerimônia acontece entre a tumba de São Pedro e a Praça de São Pedro. Este último é significativo por se tratar do local onde o apóstolo Pedro foi martirizado”, destacou.
O rito que antecede a celebração
Pouco antes da celebração, o Santo Padre desce à tumba de São Pedro, localizada embaixo do altar central (também chamado de Altar da Confissão), da Basílica Vaticana, acompanhado por 10 patriarcas e arcebispos das Igrejas Orientais Católicas. Ainda no local, os diáconos que servirão durante a celebração tomam o evangeliário, além do pálio e do anel de pescador que serão impostos no Sumo Pontífice.
“Estes são sinais do seu ministério (…) O Pálio é de lã e simboliza o Bom Pastor, representando Jesus que leva suas ovelhas nos ombros. (…) O anel de pescador simboliza o apóstolo Pedro, quem, além de tudo, foi pescador de homens”, enfatizou.
Anel de pescador e pálio que serão entregues ao Papa Francisco
Quem entrega os símbolos do ministério Petrino ao Santo Padre?
O cardeal protodiácono. Neste caso, o mesmo que proferiu o Habemus Papam, Cardeal Jean Louis Tauran, entrega o pálio ao Papa. Depois do pálio, é feita uma oração, que será conduzida pelo cardeal protopresbítero. Por fim, o decano do Colégio Cardinalício, Cardeal Angelo Sodano, impõe o anel de pescador ao Papa.
O anel de Papa Francisco
O anel de Papa Francisco é inspirado em uma obra de Enrico Manfrini e é de prata dourada. No anel escolhido por ele – entre três que lhe foram apresentados – a figura de São Pedro segurando as duas chaves que simbolizam as chaves do céu e da terra, as quais foram referidas por Jesus Cristo em diálogo com apóstolo Pedro.
Particularidades da celebração desta terça-feira, 19.
Logo após esse tradicional ritual, inicia-se a Celebração Eucarística. O Evangelho será proclamado somente em grego. No ofertório, um canto raro do famoso compositor católico Pier Luigi Palestrina será entoado durante a preparação das oferendas. O canto diz: “Tu és o pastor das ovelhas”, composto especialmente para o início do ministério petrino de um Sumo Pontífice.
Na celebração, estarão presentes representantes budistas, muçulmanos, judeus e ortodoxos. Ao todo, 132 delegações dos países se farão presentes na Missa. Não é o Vaticano que convida os governos, mas informa sobre a celebração e participa quem assim desejar.
Semelhante ao báculo de bispo mas, ao contrário deste último, tem extremidade superior surmotada esfera de metal precioso por, dependendo do tipo, uma cruz (com um ou três braços horizontais) ou um crucifixo .
A Férula papal é a pastoral particular papa , também chamado de pescador cruz. Em vez de ser curvada na ponta tem uma cruz, anteriormente três braços. Alguns papas têm usado tanto tala acabado, como crucifixo cruz latina.
João Paulo II em 1983 com a Hierofante
Em 1983, João Paulo II usou a Férula de três braços (o Hierofante ), na abertura da Porta Santa(vide Figura 3 em links externos). Para o resto de seu pontificado, ele usou a Férula de Paulo VI, que consiste em um poste coberto com um cruzamento curioso prata crucifixo com vertical e curvo (em vez de reto, como é tradicional), e a imagem do crucificado com muito flexionada pernas e braços estendidos escandalosamente trave. Escultor italiano é Scorzelli Lelio , que interpreta o curvatio como "a obediência do bispo de Roma, para o mistério da cruz." Foi usado a partir de 08 de dezembro de 1965 (fim do Concílio Vaticano II ) até a Páscoa de 2008.
De 2008 Bento XVI usou a Férula de Pio IX (concluído cruz), enquanto que seus três predecessores Paulo VI , João Paulo I e João Paulo II usou a Férula com crucifixo sempre mencionada no parágrafo anterior. Em novembro de 2009 mudou sua regra para outra cruz, mas também pesam menos do que a de Pio IX e foi feito com doações de Óbolo de São Pedro e do escudo do Papa Bento XVI.
Prevosto no Rito Ambrosiano com sua Férula
Férula Normal
Portam Férula também comum: os sacerdotes que mantiveram o título de honorário Prevosto, e vigários episcopais .A Férula nestes casos ainda estão em uso no rito Ambrosiano.
A tala também é comum para uma cana de rito católico e ortodoxo armênio patriarcal, também usado pelo rito ortodoxo bizantino.
Uso dela na Liturgia
Os momentos litúrgicos durante a Eucaristia , na qual o celebrante deve manter com a tala mão esquerda são:
Procissão de entrada.
Proclamação do Evangelho .
Homilia (a critério do Papa, embora o hábito de ler a homilia sentado
Rito de Confirmação , se houver.
Procissão de retirada
No Chile, durante a liturgia da purificação da memória, os Bispos do país usado uma tala Papal, simbolizando a Cruz de Chile, na verdade, aconteceu em novembro de 2000. Dois dias mais tarde, foi utilizado para o Congresso Eucarístico Nacional, que terminou com o Jubileu do Ano 2000, no Chile.
Outros bispos também utilizados para fins pessoais braço cruzado decisão terminada Papal, em vez de o báculo. Um dos mais notórios é o cardeal André Vingt-Trois , arcebispo de Paris e Primaz da França. Além do Cardeal Primaz da América, Nicolas de Jesus Lopez Rodriguez usou uma tala que lhe foi dado pelo Papa João Paulo II Pontífices Usando a Férula
Pio XI Na Porta Santa
Bento XVI usando a de Pio IX
Pio XII - Porta Santa
João XXIII
Bento XVI usando a de João XXIII
Bento XVI usando a de Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II
João Paulo II usando a de Paulo VI e seu antecessor João Paulo I