segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Deus in adjutorium meum intende


Trata-se de uma saudação liturgica que é a seguinte com seus respctivos significados.

Saudação:  Deus in adjutorium meum intende (Ó Deus, vinde em meu auxílio)
Resposta: Domine adjuvandum me festina ( Ó Senhor, apressa-te em ajudar-me)

Segue-se:
Gloria Patri, et Filio, et Spiritui Sancto,
Sicut erat in principio, et nunc, et semper, et in saecula saeculorum. Amen!  

( Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém! )

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Cantada ou Falada deve-se todos fazer o sinal da cruz. Estas palavras formam a oração introdutória para cada hora do Breviaries romanos, monástica e ambrosiano. são o primeiro versículo do Salmo 70.
A tradição diz que Bento de Núrsia introduziram esse costume do Escritório monástica e que Gregório, o Grande, estendeu-o para todas as igrejas romanas; Cassiano (Coll., X, 10), no entanto, diz que desde os primeiros tempos do cristianismo, os monges usou essa introdução muitas vezes, provavelmente fora das orações litúrgicas.

Uso litúrgico 

Ao colocar esta súplica no início de cada hora a Igreja Católica pede a ajuda de Deus contra as distrações na oração. No rito romano o "Deus em adjutorium" é precedido de Matinas pelos "Domine labia mea aperies", enquanto no Breviário monástica a ordem é invertida. Em Completas é sempre precedido pelos "nãos Converte Deus".
Na liturgia moçárabe das Horas começar com o triplo Kyrie Eleison . Em todos os países latino-norte, leste e oeste dos Alpes A introdução à solene das Vésperas do Domingo de Páscoa foi formada por nove Kyrie Eleison e Christe Eleison da Missa da Páscoa . Nas igrejas que observam o rito grego , o Trisagion e outras orações abrir as Horas.
O "Deus em adjutorium" é repetido três vezes durante as orações de conclusional Primeiro . Nos mosteiros Primeiro foi concluído imediatamente após a oração: "Domine Deus omnipotens", então os monges foram do coro ao quarto capítulo, onde o Martirológio foi lido, e o dia de trabalho foi dado; antes de dispersar as suas diversas ocupações que cantou três vezes "Deus em adjutorium", ao ressaltar a união de oração e trabalho.

Neste vídeo vemos sendo rezado pelo Santo Padre, O Papa Bento XVI

Pode-se ver um exemplo dela cantada na cena do filme Becket O Favorito do Rei (1964)




domingo, 13 de janeiro de 2013

FAIXA, MOZETA E SOLIDÉU PARA OS COROINHAS

Neste vídeo de liturgia tridentina podemos observar os acólitos usando faixa sobre a batina vermelha, solidéu e mozeta, também em outro momento usam solidéu branco. Muito interessante e curioso, e ao mesmo tempo muito belo. Que tal esta pedida? Fica a se pensar.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Oração para se paramentar (Cíngulo, Alva ou Túnica e Amito)


O Amito

O amito simboliza o elmo da salvação que defende o Sacerdote das insídias de Satanás

Impone, Domine, capiti meo galeam salutis, ad expugnandos diabolicos incursus.

Colocai, Senhor, na minha cabeça o elmo da salvação, para que possa repelir as investidas diabólicas.
A Alva

A alva é o símbolo da pureza e integridade.
Dealba me, Domine, et munda cor meum; ut, in sanguine Agni dealbatus, gaudiis perfruar sempiternis.
Purificai-me, Senhor, e limpai o meu coração, para que, banhado no Sangue do Cordeiro, mereça gozar das alegrias eternas.     .....................  .......................................................................................................

O Cíngulo

O cíngulo significa a castidade do Sacerdote.
Praecinge me, Domine, cingulo puritatis, et extingue in lumbis meis humorem libidinis; ut maneat in me virtus continentiae et castitatis.
Cingi-me, Senhor, com o cíngulo da pureza e extingui nos meus rins o fogo da paixão, para que permaneça em mim a virtude da continência e da castidade.

domingo, 23 de setembro de 2012

Sobrepeliz Monastica / Sobrepeliz Anglicana

Este é um modelo monastico também muito visto na Igreja Anglicana, mas em um poste mais a frente eu contarei mais sobre a história da sobrepeliz em geral, como diferencia-la etc.Esta sobrepeliz é muito vista em missas tridentinas e em mosteiros. É simples e muito boa!


   
 



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Os Padres, são obrigados a usar Batina?


Batina Azul ( Instituto Cristo Rei e Sumo Sacerdote)



A batina azul é o privilégio do Instituto francês Cristo Rei e Sumo Sacerdote. Todos possuem ipso facto o título de cônegos

e usam a cor azul em sua veste coral em referência à Imaculada Conceição da Virgem Maria. Fundado pelo Mons. Gilles Wach.

Que já possui o título de cônego, mas tem indulto apostólico para continuar com o monsenhorato

ao qual fora nomeado “ad tempore”.

 São tradicionais e conservam o grande espírito tridentino da Liturgia.  Vale ressaltar que suas religiosas também possuem vestes azuis.




                                                                      Acólitos do Intituto

                                                                  Membros do Intituto.
                  Mons. Gilles Wach, Fundador e Prior-geral do Instituto Cristo Rei e Sumo Sacerdote



   Achei uma batina azul, na Espanha, não pertencente à esse instituto, mas azul por ser solenidade da virgem, sendo que na Espanha tem a permissão para usar o Azul como "cor liturgica".